Eu e o vinho

Você vai conhecer algumas histórias sobre o vinho. quero resgatar o lado lúdico e romântico e sua utilização na medicina. sempre que beber qualquer bebida alcoólica, beba com moderação!

A Hitória do Vinho

Citado muitas vezes na Bíblia, o vinho já existia quando o Antigo Testamento foi escrito: -O livro de Gênesis descreve o plantio de uma vinha como a primeira atividade de Noé depois do dilúvio.
O cultivo da videira floresceu na Grécia e em Roma. Os romanos difundiram a videira por seu império, em especial na Hispânia e na Gália, onde pela primeira vez se utilizou o tonel para armazenar e conservar o vinho. Na Grécia antiga, o vinho era escuro e geralmente bebido com água; bebê-lo sem mistura era considerado procedimento devasso.Guardado em barricas, odres de pele de cabra ou ânforas de barro tampadas com óleo ou um trapo engordurado, o vinho estava o tempo todo em contato com o ar. A maturação plena só foi possível a partir da generalização do uso da garrafa e da rolha.
Devido à necessidade de vinho para o serviço religioso, o cuidado da vinha era uma preocupação particularmente eclesiástica. O posterior reaparecimento de vinhos e vinhedos de reconhecida qualidade esteve sempre associado à iniciativa de monges ou de monarcas especialmente devotados à igreja do final do século XVII e resultou em grande parte do trabalho de Dom Pierre Pérignon, da abadia de Hautvillers, que é tido por criado do champanha.
Outra mudança importante foi a descoberta acidental, em 1775, de que as uvas apodrecidas nas videiras produziam doçura e buquê inimitáveis. Na década de 1750, os produtores da ilha da Madeira passaram a fortalecer seus vinhos com o acréscimo de conhaque, processo essencial para a manufatura e maturação de quase todos os vinhos generosos,que se bebem fora das refeições ou a sobremesa. Os espanhóis levaram a videira para terras americanas a partir do século XVI e XVII e logo os vinhedos cobriam ampla áreas do sul do continente. Nos séculos XIX e XX, novos países somaram-se aos tradicionais produtores de vinho.

VINHO O NÉCTAR DOS DEUSES

O vinho é a bebida obtida por fermentação total ou parcial da uva fresca, ou do sumo da uva fresca (mosto). A palavra vinho também pode ser aplicada a bebidas feitas de outras frutas, vegetais, ervas e até flores, mas usada sozinha aplica-se apenas ao produto que tem a uva como matéria-prima. De acordo com a cor, o vinho pode ser tinto, rosado, clarete (ou palhete) e branco. Conforme o sabor, pode ser doce, semi-seco ou seco.
Os vinhos doces contêm altas porcentagem de açúcar, enquanto os secos têm pouco ou nenhum açúcar, embora não sejam amargos. Outra classificação freqüente distingue, de maneira geral, vinhos comuns e especiais. Comuns são os vinhos maduros ou verdes, resultantes da fermentação normal do mosto, entre os quais se incluem os vinhos oficialmente classificados, nos países produtores ou de consumo tradicional, como de consumo - de mesa - ou como típicos. Os vinhos especiais compreendem os licorosos, aqueles de elevado teor alcoólico, provenientes de mostos cuja fermentação foi interrompida por adição de aguardente vínica ou de álcool vínico; os doces de mesa,de teor alcoólico igual ou inferior a l4º;os espumantes naturais, cuja efervescência resulta de uma segunda fermentação alcoólica em garrafa ou outro recipiente fechado, produzida por processo tecnológicos clássicos; e os espumantes gaseificados, cuja efervescência é produzida por adição de gás carbônico puro, com aparelhagem adequada.
Pela importância que adquiriu em muitas regiões do mundo, o vinho tornou-se objeto de uma ciência específica, a enologia, dedicada ao estudo de composição, qualidade, características e processos de para a sua elaboração.
Os principais produtores de vinho são respectivamente os seguintes: Itália, França, Espanha, EUA, Argentina, Alemanha, África do sul e Portugal.
A cultura da vinha no Brasil começou no século XIX, nos planaltos do Rio Grande do Sul, com a chegada de imigrantes italianos, e espalhou-se por diversos estados, como São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais. Foi no Rio Grande do Sul, porém, que a viticultura mais prosperou e tornou-se o maior produtor nacional, com 80% do mercado interno. Os principais centros do chamado "polígono do vinho" são os municípios gaúchos de Caxias, Flores da Cunha e Bento Gonçalves. A uva denominada Isabela foi tradicionalmente a mais usada, mas a necessidade de melhorar a qualidade do produto levou à adoção gradual de uvas de castas mais nobres como cabernet, , merlot e moscatel.

Lenda Presa

O vinho teria sido descoberto pela amante do rei JAMSHEED da Pérsia (atual Irã). O rei gostava tanto de uvas que costumava estocá-las em vasos, para comê-las o ano todo. Certo dia, as frutas de um desses potes fermentaram, tornando-se amargas. Achando que o líquido resultante desse processo estivesse envenenado, o rei escreveu uma advertência no vaso. O aviso atraiu a sua amante, que havia decidido se matar, bebendo o líquido. Em vez de morrer, ela começou a se sentir muito feliz e dormiu bem como não conseguia havia tempos. Quando soube do "milagre", o rei passou a ingerir com freqüência o novo tônico, que logo ficou famoso por seus poderes de cura e foi chamado de "Medicina Real".

(texto por mim adaptado - 26.07.2003)
(Testo extraído da Revista "Galileu", nº 140, de março de 2003, página 17, da matéria da repórter FERNANDA COLAVITTI ,onde sugiro o acesso ao site: http://www.galileu.globo.com)

Bodas de Canaã

JESUS se manifestou pelo primeira vez transformando água em vinho, leia esta linda passagem bíblica:
"Três dias depois, celebraram-se umas bodas em Canaã da Galiléia, e encontravam-se lá a Mãe de Jesus. Foi também convidado Jesus com seus discípulos para as bodas.E, faltando o vinho, a Mãe de Jesus disse-lhe: Não tem vinho. E Jesus disse-lhe: Mulher, o que nos importa a mim e a ti isso? Ainda não chegou a minha hora. Disse sua Mãe aos que serviam: Fazei tudo o que ele vos disser. Ora estavam ali seis talhas de pedras, preparadas para a purificação judaica, que levavam cada uma duas ou três medidas. Disse-lhes Jesus: Enchei as talhas de água. E encheram-nas até em cima. Então disse-lhes Jesus: Tirai agora, e levai ao arquitriclino (ao mestre de cerimônias). E eles levaram. E o arquitriclino, logo que provou a água, convertida em vinho, como não sabia donde lhe viera (este vinho), ainda que o sabiam os serventes, porque tinham tirado a água, o arquitriclino chamou o esposo, e disse-lhe: Todo o homem põe primeiro o bom vinho, e, quando já (os convidados) têm bebido bem, então lhes apresenta o inferior; tu, ao contrário, tiveste o bom vinho guardada até agora. Por este modo deu Jesus princípio aos (seus) milagres em Canaã da Galiléia, e manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram Nele. (João 2,1-11)

Deuses do Vinho

DIONISO é o deus grego do vinho e da embriaguez. Filho de Zeus com a mortal Sêmele, de seus cultos primaveris nasceu a arte dramática. Identificado entre os romanos com Baco. O festival de tragédias da Grande Dionisíaca, celebração primaveril ao deus grego Dioniso pelo retorno da fertilidade da terra após o inverno, deu origem à arte dramática. BACO é o deus romano do vinho, que em Pompéia, na Itália, era realizado o culto a ele. As bacanais, rituais equivalentes às dionisíacas gregas, foram suprimidas em 186 a.C.. Dioniso, divindade do vinho e embriaguez, era na origem deus da vegetação, cultuado na Trácia e na Frígia. Segundo a tradição clássica, era filho do deus Zeus com Sêmele, filha mortal do rei de Tebas. Enciumada, Hera, esposa de Zeus, persuadiu Sêmele pedir a ele que se mostrasse em todo o esplendor de sua majestade. Célere morreu fulminada pelos raios emitidos por Zeus, mas este salvou o filho que ela trazia no ventre e enxertou-o em sua própria coxa. Quando Dioniso nasceu, para protegê-lo de Hera, Zeus enviou-o a Nisa, onde cresceu e descobriu a vide e o fabrico do vinho. Depois realizou numerosas viagens para expandir seu culto e ensinar aos homens a arte da vinicultura. Antes de subir ao Olímpio, desceu aos infernos para buscar a mãe e levou-a consigo.

(compilação da Barsa - Macropédia e índice I de A-I e volume 5, pgs. 182 e 183, testo por mim adaptado.) Donizetti - 22.12.2003

Vinho é Medicinal

Os poderes medicinais já eram conhecidos pelos sumérios por volta do século 20 a.C.. Outros povos antigos, como os egípcios, gregos e romanos, também receitavam a bebida para tratar os mais diversos problemas de saúde, tanto físico quanto aos psíquicos. As propriedades terapêuticas atribuídas ao vinho ao longo dos séculos são:


*Anti-séptico
*Tranqüilizante/sedativo
*Hipnótico
*Antinauseas
*estimulante de apetite
*Digestivo
*Tônico reanimador
*Antianêmico
*diurético
*Laxante
*Antibacteriano
*Antitérmico
*Cicatrizante
Um dos principais propagadores das propriedades medicinais do vinho foi "HIPÓCRATES", considerado o pai da medicina ocidental. Ele receitava a bebida pura como complemento nutricional, febre, diurético, laxante, anti-séptico e cicatrizante de feridas. A quantidade máxima de ingestão diária de álcool para um adulto saudável, de 70 kg, é de 59,2 gramas os homens (cerca de 250ml ou 2 taças de vinho), sendo recomendado a metade para as mulheres.

(texto por mim adaptado - 26.07.2003) NOTA: - Leia a matéria na integra na revista "Galileu", publicação de nº 140, de março de 2003, paginas de 14 a 21, na magnífica e rica matéria da repórter FERNANDA COLAVITTI, intitulada "Vinho: um longo capítulo na história da medicina" ou através do site: http://www.galileu.globo.com/

Espírito do Vinhos

"O vinho alimenta o corpo, prepara o espírito, acalanta a alma".
Quando o vinho foi inventado, com certeza era mau aproveitado e se bebia à achegar a exaustão da embriagues até se dormir de bebedeira. Com o passar dos tempos, foi se percebendo, que era necessário e merecido um cuidado maior na vinificação, envelhecimento e conservação desse precioso líquido, o vinho, e usá-lo de forma racional para melhor proveito. Saber beber vinho e desfrutar do custo-benefício que ele proporciona, não é fácil. Como cita Luciano Percussi, em sua obra "Vinho, o bom companheiro", que foi fonte para essa compilação que lhes escrevo,"...beber vinho é uma arte". O desafio se torna maior ainda quando se trata de combinar vinho com as comidas. Começando por escolher um vinho que realmente faça companhia ao que se propõe por na mesa. Beber de forma contemplativa, em meditação, são dicas importantes para a degustação e seleção dos diversos vinhos, nos eleva o espírito e nos remete aos bons pensamentos, nos torna intimamente alegres, mais desprovidos, mais sinceros, mais receptivos fazendo bem para o nosso corpo e alma. O diferencial do vinho para outras bebidas, literalmente alcoólicas, é que ele é um ritual que se torna um hábito e não um vício, que estimula o apetite e ajuda na digestão, bem como, um importante complemento alimentar pela constituição bioquímica e física do vinho. procure colocar o vinho num copo apropriado (copo ou taça). Veja a sua cor. Sinta o seu aroma. Beba lentamente, moderadamente, com respeito e sempre pensando nas coisas boas da vida. Então terá a oportunidade de descobrir a grandeza do vinho e suas virtudes. Pode se afirmar que o terreno, a cepa, o clima e a intervenção do homem, são fatores que influenciam diretamente nas qualidades do vinho e em suas características quanto a sua composição bioquímica e química, procurando torná-lo num produto único e atraente. O vinho é uma bebida extremamente complexa, mas indispensável à vida, pois contribui para que ela seja mais agradável. Os povos da antiguidade o consideravam uma dádiva divina. O vinho hoje existe em quantidade e variedade imensamente grandes e oferece a mais ampla escolha aos gostos diversificados de seus consumidores. São várias as regras que podem lhe auxiliar na escolha, seleção e classificação de um vinho que se identifique com o seu gosto, segundo seus interesses, conhecimento e prazer. Aqui vai uma listinha para ajudar a dar seus primeiros passos nessa direção:

01- Para vários vinhos, é de bom tom, começar dos mais leves e os mais secos.
02- Os vinhos jovens antes dos mais velhos.
03- Os tintos antes dos brancos.
04- Dividir em grupos homogêneos (brancos, tintos, rosados, doces e secos).
05- O horário mais indicado é entre 10 e 11 horas da manhã.
06- É preciso estar bem fisicamente e psicologicamente.
07- Não ter comido alimentos aromáticos (erva-doce, alecrim, alcachofra, etc.).
08- Nem ter tomado bebidas alcoólicas e fumado.
09- Procurar estar numa sala com paredes claras.
10- Luz difundida.
11- Sem cheiros.
12- Sem barulhos.
13- Temperatura entre 18º e 20ºC.
14- Umidade relativa do ar de 60%.

Tudo organizado por tipo de vinho e um ambiente favorável, o próximo passo e a degustação, propriamente dita, onde apoiado nas sensações organolépticas como a visão, o olfato, o paladar e outras ainda, a manusear o vinho. Use sempre um copo que, se não for de cristal, ao menos seja de bom vidro branco, de paredes finas e acima de tudo liso. Coloque um pouco do vinho no copo:

- Olhe para a cor, a viscosidade, a limpidez, a efervescência e a lágrimas (rastro do vinho quando inclinado o copo como se fossem lágrimas em suas paredes quando se retorna na posição normal).
- Sinta o perfume do vinho e verifique o aroma, o cheiro, a fragrância, o buquê.
- Tome um gole, a ponto de molhar toda a língua e um leve bochecho, sem engolir de imediato, perceba se é doce, salgado, ácido ou amargo.
- Se possível, avaliar a temperatura, a distringência e rugosidade do vinho.

Ao ingerir o vinho, permanecerão por algum tempo, ainda na boca, sem o vinho, em comunhão com a lembrança, do gosto e perfume, por um algum tempo. Se permanecer por um bom tempo. é referência de um bom vinho. Esta sensação chama-se "persistência", que será positiva se mantiver as mesmas características e sem alteração ou negativa se houver uma impressão diferente, pouco agradável ou mesmo desagradável. Espero que com estas dicas, você encontre o maior número de pontos favoráveis para eleger o "seu vinho" ou de maior preferência. A partir dai, encontrar o lúdico, o romântico, o prazeroso universo de sensações e emoções que o vinho pode nos oferecer, é um pulinho. E quem sabe descobrir, como eu e o autor da obra citada, concordamos e comungamos o mesmo pensamento, que o melhor vinho do mundo, vai se eleger não sozinho, mas acompanhado, onde o determinante não será o vinho e sim a companhia.

VINHO E A HARMONIZAÇÃO

A harmonização entre vinho e comida não é uma ciência exata e as possibilidades são infinitas. Quando se fala em vinhos, instintivamente o pensamento corre para os queijos, pois aparentemente uns complementam aos outros. Isso é verdade em partes, pois os queijos, geralmente salgados, estimulam a bebida, mas nem sempre elevam e melhoram o gosto delas. O queijo é um alimento, faz parte das comidas, e por esse motivo cada um deles deve ser acompanhado com um determinado tipo de vinho: porém, não se deve comer queijo antes de uma degustação. As regras não são muito especificas, e sim gerais, e que podem ser aceitas por quem conhece e bebe vinhos normalmente. Para os queijos de sabor fortes, um vinho forte também, para os de sabores mais suaves, vinhos jovens, tinto ou branco seco, até admitindo os doces e suaves. Para as sugestões a seguir, existe a liberdade de escolha para os diferentes paladares.

*Para as entradas de verduras ou peixes, vinhos brancos leves. *Para os primeiros pratos e carnes brancas, vinhos jovens. *Para os pratos de peixes, vinhos brancos. *Para as carnes vermelhas e de caças, vinhos tintos encorpados, *Para as sobremesas, vinhos doces.

O champanha, embora branco, pode ser servido com tudo. O vinho é quase imprescindível na alimentação, pois além das vitaminas, sais orgânicos, substâncias minerais, substâncias azotadas, incrementa o apetite, facilita a digestão e excita o fluxo biliar no intestino. Os vinhos são secos ou suaves, chatos ou frescos, magros ou encorpados, pouco tânico ou tânicos. Aqui cabe a escolha que culmina no acoplamento com as comidas. Um grande tinto será um desperdício se servido com um prato à base de verduras cozidas. Um cansado vinho da casa decepcionará com um prato que também não seja da casa. Um vinho maduro envelhecido estragará por completo um prato leve de peixe ou carne branca delicada. Alguém escreveu um dia: "O vinho ocupa na gastronomia o lugar que o amor ocupa na gama dos sentimentos", ou ainda, "O vinho é aparte espiritual da refeição". Um vinho pode salvar, pelo menos em parte, a sorte de um prato mal preparado, mas nunca um prato poderá salvar um vinho inadequado. O sucesso de um jantar depende, e muito, do vinho escolhido porque um prato é melhor degustado quando acompanhado do vinho apropriado. A seqüência dos vinhos na mesa deve iniciar-se com os comuns, antes dos de qualidade, os brancos antes dos tintos, os jovens antes dos envelhecidos,os secos antes dos suaves, e os mais leves antes dos de maior teor alcoólicos. Quero agradecer de público a o meu primo PAULO GIOVANNI NICOLINI, formado em história pela USP, que me presenteou com essa magnífica obra: "VINHO, o bom companheiro" de Luciano Percussi, da T.A. QUEIROZ, EDITOR,que me serviu para conhecimento e inspiração para este texto,e os intitulados "O Espírito do Vinho" e "Vinho e a Comida".

VINHO E COMIDA

Acabo de chegar de uma jornada, muito gostosa, prazerosa e acolhedora, de seis dias, pela Cidade de Pitanga - Paraná. Pude comprovar, por mais uma vez, que o vinho alimenta o corpo, prepara o espírito, acalanta a alma, propiciando os bons pensamentos. E complementando que o vinho tem um diferencial das outras bebidas alcoólicas, que ele se torna um hábito e não um vício, estimula o apetite, ajuda na digestão, pois é rico em substâncias boas para o nosso corpo. Tanto que ainda hoje, persiste as emoções e sensações dos vinhos que lá tomei, vivas em minha memória. Embora tenha optado por tomar os vinhos tintos suaves, jovens (safra 2007), tive a oportunidade de comer massas, churrascos e assados (bovino e suíno), saladas e conserva, embutidos frescos e defumados, além de sobremesas, como "Pavês" com coberturas de chantily com morangos, abacaxis e pêssegos, e o vinho corou todos os momentos da forma que se espera de um bom vinho e estes eram coloniais e artesanais. Ainda que inenarrável, imensurável e único, foi o prazer de tomar um vinho colonial, feito ainda pelo meu sogro em vida, em 1997, confirmei a expressão: "Vinho é o néctar dos Deuses".

Sites sobre Vinhos

Aqui estou só antecipando um pouco da pesquisa sobre o vinho, oferecendo-lhe em pouco de cada coisa, história, curiosidades, culinárias e o uso medicinal. Bom Proveito! Divirta-se!!!

Sites

Vinho da Família Seguro

No paiol é onde repousa o néctar dos Deuses "o vinho" do seu Edoardo Seguro, no Sítio Nossa Senhora Aparecida - Linha Cantú - Pitanga -Pr.



O vinho é feito de forma artesanal e com as características colonial.
A formula foi passada de geração para geração, de pai para filho.
Seu Edoardo Seguro (in memória) passou a formula para os filhos Nelson e Cecília.
O Nelson separou a sua produção da produção da Cecília.





O Nelson Seguro tem as suas parreiras e sua própria produção!!!